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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Medicina do Trabalho - A voz dos Diretores

Depois da perspetiva médica e do enquadramento jurídico, chegou o momento de ouvir quem está à frente dos Agrupamentos de Escolas. 
Três Diretores. Três Agrupamentos.  Três experiências no terreno. 
Conhecer como funciona é uma forma de mostrar que é possível fazer.


quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Medicina do Trabalho - O que compete ao Professor, ao Diretor e ao Médico do Trabalho?

Direitos, Deveres e Responsabilidades nos processos de Medicina do Trabalho

Na Medicina do Trabalho nas escolas públicas, não basta conhecer os direitos. É igualmente essencial compreender os deveres e as responsabilidades de cada interveniente.

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Mobilidade de docentes por motivo de doença (art. 9.º) – 2026/2027

A AGSE informa que está disponível no SIGRHE, a aplicação informática que permite submeter o pedido de mobilidade por motivo de doença (art.º 9.º do Decreto-Lei n.º 41/2022, de 17 de junho, na redação atual), relativo ao ano letivo de 2026/2027.

A quem se destina?
Docentes de carreira que estejam incapazes para o exercício de funções docentes e letivas, sejam portadores de doença incapacitante ou tenham a seu cargo familiar com doença incapacitante.

Quais os requisitos?
Nesta fase, apenas podem apresentar pedido os docentes cuja situação de doença tenha surgido ou agravado após 18 de junho de 2026, data que marcou o fim da primeira fase do regime de mobilidade por motivo de doença. A situação deve ser confirmada e datada pelo médico responsável, no campo do relatório médico indicado para o efeito.

Enquadramento Legal
Decreto-Lei n.º 43/2025, de 26 de março: Altera o Decreto-Lei n.º 41/2022, de 17 de junho, que estabelece o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença;
Decreto-Lei n.º 41/2022, de 17 de junho: Estabelece o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença;
Despacho n.º 5868-B/2025, de 23 de maio: Regulamenta o procedimento da mobilidade de docentes por motivo de doença;
Despacho Conjunto n.º A-179/89-XI, de 22 de setembro: Doenças incapacitantes consideradas (pág. 9551)

sábado, 10 de outubro de 2026

Medicina do Trabalho - Operacionalização da FAT na Escola ou Agrupamento

Educação & Saúde em Exame - Episódio 3

FAT já chegou à escola. E agora? 

Neste episódio, passamos da emissão da Ficha de Aptidão para o Trabalho (FAT) para a sua operacionalização na escola. 

Qual é o papel do Médico do Trabalho? 

Qual é o espaço de decisão do Diretor? 

E como se transforma uma indicação médica numa solução exequível, adequada e segura?

terça-feira, 29 de setembro de 2026

ADSE atualiza tabela de medicamentos

ADSE atualiza tabela de medicamentos sem impacto para os beneficiários

Atualização, com efeitos a 1 de outubro, acompanha a redução dos preços de aquisição dos medicamentos pelos prestadores

Na sequência das notícias recentemente divulgadas sobre a atualização da tabela de medicamentos da ADSE, I.P., que produzirá efeitos a partir de 1 de outubro de 2026, a ADSE considera importante esclarecer que a atualização da tabela de medicamentos não corresponde a uma redução arbitrária dos apoios aos beneficiários, mas à atualização periódica dos valores pagos aos prestadores em função da evolução dos preços dos medicamentos no mercado.

A ADSE, I.P., efetivamente atualizou a tabela de medicamentos, tendo comunicado essa atualização em agosto aos prestadores. Esta atualização, bem como a atualização da tabela de dispositivos médicos intraoperatórios, é feita, por norma, 2 vezes em cada ano e tem como objetivo acompanhar a evolução registada em termos dos medicamentos/dispositivos médicos disponíveis em mercado, bem como a evolução registada no seu custo. Estas atualizações periódicas, bem como a forma como são feitas, são do conhecimento comum dos hospitais privados, dado que ocorrem de forma recorrente todos os anos.

No caso dos medicamentos oncológicos, o pagamento feito às entidades privadas tem como base a informação dos Preços de Venda Hospitalar (PVH), fornecida pelo INFARMED. Os PVH são os preços de referência pagos pelos hospitais públicos portugueses. Aos referidos PVH é acrescentada uma margem de comercialização, de acordo com o definido na lei, resultando assim no preço total pago aos hospitais privados.

Todas as alterações de preço à tabela, divulgadas aos prestadores privados em agosto, para entrada em vigor a 1 de outubro, decorrem de alterações do PVH atualizado e divulgado pelo INFARMED à ADSE. Não houve qualquer alteração às margens de comercialização. Assim, os preços que desceram na tabela – sendo que existem também na tabela medicamentos cujo preço subiu ou se manteve – desceram porque o custo desses medicamentos, pago pelos hospitais, desceu.

A manutenção de valores na tabela que não acompanhem a evolução dos preços de aquisição dos medicamentos poderia gerar um desfasamento entre os valores pagos pela ADSE e os custos efetivamente suportados pelos prestadores de cuidados de saúde. A atualização permite, assim, adequar os valores comparticipados pela ADSE à realidade do mercado e assegurar uma utilização adequada e responsável dos recursos públicos, sem que o acesso a cuidados de saúde por parte dos beneficiários da ADSE seja colocada em causa.

A ADSE esclarece ainda que a atualização da tabela não resulta de uma decisão arbitrária nem de uma alteração casuística das condições de acesso aos tratamentos. Trata-se de um procedimento regular de atualização, baseado na evolução dos preços e na disponibilidade dos medicamentos e dispositivos médicos no mercado.


Tabelas de preços e regras

sábado, 26 de setembro de 2026

Educação & Saúde em Exame - Medicina do Trabalho no setor da Educação

O segundo vídeo sobre a medicina do trabalho no setor da educação, foca-se na importância de consultas especializadas para professores com problemas de saúde. Os especialistas explicam que a ficha de aptidão é um documento médico essencial para a reintegração do docente, devendo ser baseada em informações precisas sobre o posto de trabalho e relatórios clínicos atualizados. É enfatizado que o médico do trabalho atua de forma independente das juntas médicas, possuindo autoridade para recomendar ajustes funcionais e horários que protejam o bem-estar do trabalhador. O diálogo reforça a necessidade de uma comunicação clara entre escolas, professores e médicos para garantir que as limitações de saúde sejam respeitadas no ambiente escolar. Por fim, sublinha-se que o sigilo dos dados clínicos deve ser rigorosamente preservado, competindo exclusivamente ao médico a gestão dessa informação sensível.

 Educação & Saúde em Exame - Episódio 2

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Novo Programa de Saúde Escolar (em consulta pública) quer reforçar educação sexual

O novo Programa Nacional de Saúde Escolar, que deverá vigorar até 2030, prevê aumentar os projetos de educação para a sexualidade em pelo menos 40% das escolas. O documento inclui temas como mudanças corporais, autoestima, consentimento, identidade, género e diversidade, a par de prioridades como saúde mental, atividade física, alimentação saudável e prevenção de comportamentos aditivos.

O documento está em consulta pública até 16 de junho e todos os cidadãos podem contribuir.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) iniciou o processo de consulta pública do novo Programa Nacional de Saúde Escolar 2030 (PNSE 2030).

O PNSE 2030 tem como missão promover a saúde integral da comunidade educativa, nas dimensões física, mental, emocional e social, através da articulação entre saúde e educação, criando ambientes educativos saudáveis, inclusivos, seguros e promotores de bem-estar.

Este programa assenta em princípios estruturantes como a equidade, a inclusão, a participação, a sustentabilidade, a promoção do bem-estar integral e a intervenção baseada em evidência científica, reforçando uma abordagem integrada e colaborativa entre os setores da saúde, educação e comunidade.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Mobilidade de docentes por motivo de doença 2026/2027

Encontram-se disponíveis as aplicações eletrónicas destinadas à renovação, à obtenção do relatório médico e à formalização do pedido de mobilidade por motivo de doença para 2026/2027.

Os procedimentos decorrem nos seguintes prazos:

• Renovação – 8 a 15 de junho de 2026

• Extração de relatório médico e formalização do pedido – 8 a 18 de junho de 2026 (novos pedidos)

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Acesso a documentação relativa a juntas médicas e/ou a procedimentos conexos de medicina do trabalho/vigilância da saúde

A AGSE divulgou um documento que visa proceder ao enquadramento jurídico aplicável aos pedidos de acesso a documentação administrativa respeitantes a juntas médicas e/ou a procedimentos conexos de medicina do trabalho/vigilância da saúde.

O documento foi elaborado de acordo com o regime constante da Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, devidamente articulado com o Regulamento (UE) 2016/679 e com a Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, consubstanciando uma orientação de natureza transversal, destinada a promover a uniformização de procedimentos no âmbito do Sistema Educativo.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Comportamentos aditivos e a saúde psicológica juvenil

É agora divulgado o “ECATD-CAD 2024 - Bem-estar, saúde psicológica e comportamentos aditivos”, primeiro relatório ECATD-CAD dedicado especificamente à análise da relação entre a prevalência de comportamentos aditivos e a saúde psicológica dos alunos. Tem como objetivo principal analisar a forma como comportamentos aditivos e a saúde psicológica juvenil se relacionam.

Segundo este documento, os dados recolhidos evidenciam uma clara associação entre comportamentos aditivos e saúde psicológica. Por um lado, os alunos que declaram ter tido comportamentos aditivos recentemente (com e sem substância) tendem a apresentar piores índices de bem-estar e mais sintomas de depressão, ansiedade e stress do que aqueles que declaram não os ter tido. Por outro lado, entre os alunos, verifica-se que, quanto menos favorável é a saúde psicológica, maiores são as prevalências de comportamentos aditivos, em particular padrões de uso nocivo.

Nas conclusões deste relatório, além de outros aspetos, é sublinhado que a maioria dos alunos inquiridos apresenta um bem-estar físico e emocional adequado, bem como níveis considerados normais de depressão, ansiedade e stress. É, igualmente, realçada a importância de continuar a acompanhar as discrepâncias de género no que concerne aos indicadores de saúde psicológica e a distinção que ainda parece persistir entre comportamentos com e sem substância, procurando compreender as especificidades de cada domínio e a sua evolução no contexto das transformações sociais contemporâneas.

Estes resultados suscitam múltiplas questões de investigação e reflexão teórica, a considerar no desenho das políticas e das intervenções futuras.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

"Boas Práticas em Saúde Escolar" - DGS convida à submissão de candidaturas

Para reconhecer, valorizar e divulgar as ações que contribuem para a prossecução dos objetivos do Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE), da Direção-Geral da Saúde (DGS), estão abertas as candidaturas à submissão, pelas Equipas Locais de Saúde Escolar e profissionais intervenientes em Saúde Escolar, de intervenções e projetos desenvolvidos em contexto escolar para avaliação como Boas Práticas.

Este processo anual visa criar um repositório nacional de Boas Práticas em Saúde Escolar, que reforça a partilha de conhecimento e a replicação de estratégias eficazes.

As propostas serão avaliadas por um júri constituído por profissionais com reconhecida competência na área, considerando os elementos constantes da grelha de avaliação.

As candidaturas podem ser feitas aqui, até 10 de abril de 2026.

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Férias - Assistência médica no estrangeiro

Assistência médica no estrangeiro: CESD e Formulários Comunitários

Se pretende viajar estas férias para um dos países do Espaço Económico Europeu (EEE) - ou para a Suíça, Islândia, Liechtenstein e Noruega -, poderá beneficiar de assistência médica através:



O CESD e os Formulários Comunitários resultam de acordos entre os países mencionados e comprovam a sua inscrição no regime de segurança social de um desses países. Isso permite que, durante a estadia, possa invocar o direito a cuidados de saúde no país em que se encontra.

Relembramos que, desde 1 de novembro de 2021, a emissão destes documentos passou a ser da competência da Segurança Social. Podem ser solicitados presencialmente num dos serviços de atendimento da Segurança Social, nos Espaços Cidadão (serviço digitalmente assistido de acesso à Segurança Social Direta) ou online na Segurança Social Direta, com palavra-chave ou Cartão de Cidadão para acesso ao serviço.

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Retificação da Portaria nº 171/2025/1 - Desmaterialização dos processos de junta médica de avaliação de incapacidade

Publicada hoje no Diário da República a Declaração que retifica a Portaria n.º 171/2025/1, de 10 de abril, que determina a desmaterialização dos processos de junta médica de avaliação de incapacidade, aprova a lista de patologias que podem ser objeto de emissão de atestado médico de incapacidade multiúso, com dispensa de junta médica de avaliação de incapacidade, e emite novas disposições relativas às juntas médicas de avaliação de incapacidade.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Portaria que determina a desmaterialização dos processos de junta médica de avaliação de incapacidade

Publicada ontem no Diário da República a Portaria que determina a desmaterialização dos processos de junta médica de avaliação de incapacidade, aprova a lista de patologias que podem ser objeto de emissão de atestado médico de incapacidade multiúso, com dispensa de junta médica de avaliação de incapacidade, e emite novas disposições relativas às juntas médicas de avaliação de incapacidade.


1 - A presente portaria determina a desmaterialização do processo de junta médica de avaliação de incapacidade (JMAI), definindo os procedimentos a aplicar.

2 - A presente portaria aprova, também, a lista de patologias que são objeto de emissão de atestado médico de incapacidade multiúso (AMIM), no âmbito da avaliação de incapacidade, com dispensa de JMAI, e emite novas disposições relativas às JMAI, estabelecendo os procedimentos aplicáveis.

terça-feira, 11 de março de 2025

Novo diploma da Mobilidade por Doença aprovado em Conselho de Ministros

O Conselho de Ministros aprovou ontem o novo regime de mobilidade por doença (MPD). O diploma foi negociado nas últimas semanas com os sindicatos, que na sua maioria acabaram por aceitar a versão final do documento, uma vez que foram introduzidas diversas alterações propostas pelas organizações sindicais. 

O diploma da MPD entra em vigor no próximo ano letivo, é válido por um ano letivo, mas o pedido pode ser renovado por mais dois anos se os requisitos se mantiverem.

"No âmbito da carreira docente, é alterado o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença, através da atualização de mecanismos, de requisitos e das condições aplicáveis. As novas regras entrarão em vigor no ano letivo 2025/2026"

domingo, 9 de março de 2025

Pela qualificação da Profissão Docente como de desgaste rápido, JÁ!

A Profissão Docente é cada vez mais uma atividade de enorme desgaste físico, psicológico e emocional e agrava-se com o avançar dos anos de serviço e a idade dos educadores de infância e dos professores, tendo, inclusive sido considerada, em 1981, pela Organização Internacional do Trabalho como uma profissão de risco físico e mental.

Para além disso, é uma das mais expostas a ambientes conflituosos e de alta exigência de trabalho, pois sofre diferentes tipos de pressão, que são originados por várias razões, entre elas: os alunos, através da sua baixa motivação e pelos comportamentos de indisciplina; a própria natureza do trabalho que exige compromisso temporal, excesso de tarefas e constante mudança de nível escolar; pelas relações estabelecidas com os colegas e a organização escolar, que passa por conflitos profissionais, baixo apoio social e a avaliação por parte da direção da escola e/ou ministério.

Estatisticamente, mais de 60% dos docentes portugueses sofrem de burnout, devido a fatores como a excessiva burocracia, a indisciplina e a sensação de não conseguirem acompanhar os alunos individualmente - o burnout, ou síndrome de esgotamento profissional, é um tipo específico de stress ocupacional provocado pelo trabalho, caracterizando-se pela exaustão emocional, diminuição do envolvimento pessoal no trabalho e redução do sentimento de realização pessoal.

O ensino em Portugal tem sido alvo de grandes desafios devido às transformações sociais, políticas e económicas bastante rápidas e acentuadas. Segundo o relatório de Eurydice (2021), Portugal apresenta-se em primeiro lugar no ranking de stress no local de trabalho e estatisticamente, 90% dos docentes queixam-se de algum tipo de stress e ainda, na categoria de “muito stress”, Portugal tem mais do dobro dos relatos da União Europeia (16% UE vs. 35% Portugal) - (Fonte: https://www.trofasaude.pt/artigos/o-burnout-em-professores/).

Os professores e educadores ainda não beneficiam de um regime especial de reforma, mas o seu envelhecimento e o desgaste da profissão motivaram já várias petições para antecipar a idade de aposentação para os 60 anos. Contudo, ainda nada conseguiram!
Neste momento, os docentes terão de se cingir às regras gerais de acesso à pensão de velhice aos 66 anos e nove meses, tornando esta profissão nada atrativa para as novas gerações.
Para além disso, o fosso de idade entre professores/educadores e alunos torna-se tão grande, que é praticamente impossível motivar alunos de 3/4 anos quando se tem 60, o que gera ainda mais desmotivação e indisciplina nos alunos.

As profissões de desgaste rápido, que têm condições diferenciadas de acesso à reforma, surgem no Artigo 27º do Decreto-Lei n.º82-E/2014, no Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS). Conforme descrito no artigo, “consideram-se profissões de desgaste rápido as de praticantes desportivos, definidos como tal no competente diploma regulamentar, as de mineiros e as de pescadores.

Contudo, para além das profissões identificadas na lei, existe uma lista de profissões que tem direito a reformar-se mais cedo do que as demais e sem qualquer tipo de penalizações.
Certas profissões consideradas de desgaste rápido, têm condições diferentes de acesso à pensão de velhice. Ou seja, profissões como mineiros, trabalhadores marítimos, profissionais de pesca, controladores de tráfego aéreo, bailarinos, trabalhadores portuários ou as bordadeiras da Madeira fazem parte da lista de quem pode requerer a reforma antes da idade legal para a mesma, desde que tenham descontado durante 15 anos, seguidos ou não. (Fonte: https://www.e-konomista.pt/profissoes-de-desgaste-rapido/)

MAS, na lista de profissões que a Segurança Social elenca como sendo de desgaste rápido NÃO FIGURA A DE DOCENTE!

Os docentes estão envelhecidos, cansados e desmotivados. Valorizar a profissão é urgente não só com palavras, mas com atos. Esta petição surge assim com o intuito de valorização da Profissão Docente.

PELA QUALIFICAÇÃO DA PROFISSÃO DOCENTE DE DESGASTE RÁPIDO E PELA DIMINUIÇÃO NA IDADE DA REFORMA!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

O aumento da idade de Reforma em contraponto com a diminuição do número de anos de vida saudável

Neste estudo com o título “O AUMENTO DA IDADE DE REFORMA E DA APOSENTAÇÃO (entre 2013 e 2026 aumentará um ano e 9 meses) E A DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE ANOS DE VIDA SAUDÁVEL DOS PORTUGUESES (entre 2013 e 2022 , reduziu-se em 4 anos) OBRIGANDO MUITOS TRABALHADORES A PEDIREM A REFORMA/APOSENTAÇÃO ANTECIPADA, SOFRENDO DOIS CORTES NA PENSÃO (0,5% por cada mês que falte para a idade de reforma), E A DO FATOR DE SUSTENTABILIDADE QUE AUMENTOU MUITO COM A ALTERAÇÃO DA FORMULA CÁLCULO POR PASSOS COELHO/PORTAS EM 2014 (entre 2008 e 2025, subiu de 0,56% para 16,93%)” Eugénio Rosa analisa, com base em dados oficiais, o aumento da esperança de vida à nascença em Portugal, a diminuição dos anos de vida saudável dos portugueses, que é inferior à média da U.E., e o aumento a um ritmo elevado da idade de acesso normal à reforma e à aposentação. Entre 2013 e 2022, a diferença entre a idade de acesso normal à reforma ou à aposentação e o número de anos de vida saudável aumentou, no nosso país, de 17 anos para 21,9 anos. Esta diminuição do número de anos de vida saudável é uma consequência do agravamento das condições de vida dos portugueses e das crescentes dificuldades do SNS, que torna cada vez mais difícil o acesso aos cuidados de saúde no nosso país. Em 2022, os portugueses tinham de trabalhar de 21,9 anos sem vida saudável, para poder obter a pensão completa. A diminuição do número de anos de vida saudável tem obrigado muitos portugueses a se reformarem ou aposentarem antecipadamente. Mas neste caso sofrem uma dupla penalização – um corte na pensão de 0,5% por cada mês que lhe falte para a idade normal de acesso à reforma ou aposentação e o corte devido ao fator de sustentabilidade que, em 2025, é 16,93%. Este duplo corte reduz significativamente as pensões que são já muito baixas. No estudo mostro que a dupla penalização é grave e profundamente injusta, por isso deve ser rapidamente alterada e que, pelo menos, uma delas deve ser eliminada. Mas há que mobilizar para isso fazendo, pelo menos, uma petição à Assembleia da República com esse objetivo. E quem não luta pelos seus direitos e por mais justiça certamente não a terá. E todos os trabalhadores do setores privados e públicos quando de reformarem ou aposentarem sofrerão, na sua pensão, as consequências desta injustiça s estas normas não forem alteradas.


"Entre 2013 e 2022, a esperança de vida em Portugal aumentou um ano (subiu de 80 para 81 anos), mas o número médio de anos de vida saudável dos portugueses diminuiu 3,9 anos (caiu de 63 para 59,1), o que é dramático. Em média vive-se em Portugal 21,9 anos de vida não saudável (com doenças). Este ritmo aumento significativo da duração vida não saudável que o gráfico revela (17 anos em 2013 e 21,9 anos em 2022, o de 2023 e 2024 ainda não disponibilizado pelo Eurostat) é naturalmente uma consequência, por um lado, do agravamento das condições de vida dos portugueses e, por outro lado, das dificuldades crescentes do SNS. Este aumento do tempo de vida não saudável contribui para a subida dos custos com a saúde e diminuição da produtividade devido ao número de dias de baixa que causa, mas também ao trabalho em condições deficientes de saúde."

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

ADSE anuncia novos benefícios para 2025

A ADSE anunciou hoje um conjunto de medidas que, de acordo com o comunicado, reforçam o compromisso com mais e melhores cuidados de saúde em 2025.

As alterações nas Tabelas do Regime Convencionado e do Regime Livre asseguram maior tranquilidade e confiança e reforçam a parceria com os prestadores da Rede ADSE, respondendo, assim, às necessidades dos mais de 1,3 milhões de beneficiários.

Principais medidas
  • Os beneficiários suportarão um custo máximo de 500€ por qualquer cirurgia realizada no Regime Convencionado, assumindo a ADSE todo o restante valor
  • Aumento do reembolso pago aos beneficiários pelas consultas no Regime Livre, com a inclusão de consultas de nutrição e teleconsultas
  • Aumento do valor pago aos prestadores no Regime Convencionado, pelas consultas de especialidade, clínica geral, psicologia clínica e nutrição
  • Revisão abrangente dos preços da Tabela de Enfermagem
  • Revisão de preços em 74 códigos cirúrgicos do Regime Convencionado, com inclusão de técnicas inovadoras
  • Abertura de 52 novos códigos cirúrgicos no Regime Convencionado
  • Simplificação de procedimentos.


JN

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Relatório Saúde Psicológica e Bem-estar 2024

Relatório “Saúde Psicológica e Bem-estar nas escolas”, que integra os resultados do 2.º estudo do Observatório da Saúde Psicológica e do Bem-estar das escolas (OSPBE/DGEEC), que decorreu em 2024, e visou monitorizar indicadores de saúde psicológica e de bem-estar nas escolas portuguesas, para desenvolver propostas de intervenção ajustadas às necessidades identificadas e promover a sua implementação e avaliação.


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Metade dos professores sente-se nervosos, tristes e irritados. Seis em cada 10 docentes dizem mesmo que têm sinais de depressão, ansiedade e stress.