Blogue de Informação e Recolha de Opiniões para Educadores e Professores. Notícias sobre Educação, Legislação e Política Educativa.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Alargamento da proibição do uso de smartphones nas escolas ao 3.º ciclo.
domingo, 19 de julho de 2026
Resultados das provas do 9º ano são remetidas ao fim do dia de hoje
Muito obrigado
O Presidente do Júri Nacional de Exames
sexta-feira, 17 de julho de 2026
EduQA - Comunicado do Presidente do Júri Nacional de Exames
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Despachos com alterações aos regulamentos e calendários de provas e exames do ano letivo 2025/2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Informação EduQA – Alteração ao calendário das provas de avaliação externa
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Recomendação do CNE «Para um currículo dos primeiros seis anos de escolaridade».
terça-feira, 19 de maio de 2026
Instruções para Classificação, Reapreciação e Reclamação de Provas e Exames dos Ensinos Básico e Secundário
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Novo modelo de organização dos ciclos de ensino e de matriz curricular do ensino básico e secundário em preparação
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Governo avalia alargar proibição dos telemóveis ao 3.º ciclo
sábado, 11 de abril de 2026
Inteligência Artificial na Educação Básica
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Três Recomendações aprovadas na 161.ª Sessão Plenária do CNE
terça-feira, 7 de abril de 2026
Matrículas e Renovações 2026/2027
1 - Em cada estabelecimento de educação e de ensino são elaboradas e divulgadas as listas de crianças e alunos que requereram ou a quem foi renovada a matrícula, de acordo com os seguintes prazos:
a) Até 16 de junho, no caso de matrícula na educação pré-escolar e no 1.º ano do ensino básico;
b) Até ao 5.º dia útil após o fim do período de matrícula e sua renovação para os alunos do 5.º, 7.º e 10.º anos e 1.º ano do ensino profissional.
2 - As listas dos alunos admitidos são publicadas:
a) Até ao 1.º dia útil do mês de julho, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico;
b) Até ao último dia útil do mês de julho, no caso dos restantes anos dos ensinos básico e secundário.
3 - Nos casos previstos na alínea b) do número anterior, as listas devem ser publicadas com a indicação do curso em que cada aluno foi admitido.
quinta-feira, 26 de março de 2026
Para um currículo dos primeiros seis anos de escolaridade.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Autonomia e Flexibilidade Curricular na implementação e gestão superior a 25 % das matrizes curriculares-base
sexta-feira, 6 de março de 2026
As dúvidas sobre a restruturação ou fusão dos 1º e 2º ciclos continuam
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Regulamento das Provas de Avaliação Externa e Provas de Equivalência para os anos letivos de 2025-2026 a 2027-2028
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Ministro da Educação revela alterações nos currículos, aprendizagens essenciais e fusão do 1º e 2º ciclos
Ministro está a ser ouvido no Parlamento. Diz que houve 4222 candidatos válidos ao Concurso Externo Extraordinário de Professores deste ano e que resultados são conhecidos a 26 de Janeiro.
Relatórios DGEEC - Análise da situação dos alunos no final dos três ciclos do Ensino Básico
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
Calendário de provas e exames para o ano letivo 2025/2026
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Educação em Portugal: a escola do 1.º Ciclo está a morrer de velha
Polivalência, burocracia e a máquina do Ministério: quem defende os Professores?
O 1.º Ciclo carece de infraestruturas dignas: espaços polivalentes, inclusivos e com tecnologia real, não “PowerPoints” em papel de embrulho. Espaços que potenciem a inclusão e a experimentação, como preconiza José Pacheco: “não é aceitável alunos do século XXI serem ensinados por práticas do século XX”. Mas a verdadeira modernização será impossível enquanto a burocracia absorver o fôlego docente. Só uma simplificação eficaz - mensurável, com incentivos às direções escolares combativas - permitirá libertar professores do obscurantismo administrativo. É imperativo garantir maior representatividade dos monodocentes nas decisões dos agrupamentos, acabando com a invisibilidade dos que asseguram a base do sistema. Por fim, abale-se a máquina central ministerial, onde eminências pardas sobrevivem a governos e ministros, balizando o ensino à margem do terreno e dos seus profissionais. Que se escute Paulo Freire: “ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, os homens libertam-se em comunhão.
A coragem que falta à política















.png)


