O ensaio de Carlos Calixto apresenta uma crítica profunda à "IA-lização" do sistema educativo, defendendo a escola como o último reduto do humanismo contra o domínio da técnica. O autor utiliza uma linguagem erudita e neologismos para denunciar a assepsia cerebral, um processo onde a inteligência artificial generativa substitui o pensamento crítico e a valorização do erro pela eficiência algorítmica. Segundo o texto, a educação contemporânea corre o risco de se tornar estéril, transformando alunos e professores em meros processadores de dados desprovidos de subjetividade. O ensaio funciona como um manifesto de resistência antropológica, apelando ao resgate do "carbono" e do esforço intelectual humano face à ascensão do Homo silicus. Através de referências filosóficas e bíblicas, Calixto alerta para o perigo de uma regressão cognitiva que ameaça a própria essência da consciência e da autonomia individual.
DA ASSEPSIA CEREBRAL NA ESCOLA IA-LIZANTE:
PROTOCOLO-CRÍTICA E RESISTÊNCIA À EDUCAÇÃO ESTÉRIL
Ensaio de Carlos Calixto

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