Desde 2014, que a suposta Associação Internacional Lusófona para a Educação (AILE), suspeita de estar envolvida num alegado esquema de vendas agressivas a pais de alunos de escolas públicas, tinha acesso às salas de aula, onde distribuía “inquéritos” e apresentava “projetos educativos” que lhe permitiram recolher milhares de dados de encarregados de educação.
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