sábado, 30 de junho de 2012

Livros sobre Educadores

"O Ministério da Educação brasileiro disponibilizou uma coleção de 62 livros sobre Educadores. São obras de grande utilidade para quem trabalha com educação e abrangem títulos sobre Gilberto Freyre, Carl Rogers, Cecília Meireles, Jean Piaget, Célestin Freinet, Sigmund Freud, entre outros."
Informação divulgada pelo Correio da Educação.

Consultar a lista dos livros » Domínio Público

Bom fim de semana!

Novidade dos Red Hot Chili Peppers

quinta-feira, 28 de junho de 2012

PROPOSTA DE METAS CURRICULARES DO ENSINO BÁSICO EM CONSULTA PÚBLICA

O Ministério da Educação e Ciência apresentou hoje a representantes das sociedades científicas, associações profissionais de professores, Conselho de Escolas, autores de programas, consultores e editoras a proposta de Metas Curriculares do Ensino Básico para as disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica e Tecnologias da Informação e Comunicação. Inicia-se hoje um período de consulta pública.

Conjuntamente com os atuais programas de cada disciplina, as metas constituem as referências fundamentais para o desenvolvimento do ensino. Clarifica-se o que nos programas se deve eleger como prioridade, definindo os conhecimentos a adquirir e as capacidades a desenvolver pelos alunos nos diferentes anos de escolaridade.

As Metas Curriculares estarão a partir de hoje disponíveis na página da internet do Ministério da Educação e Ciência e ficam em consulta pública até 23 de julho. Os contributos deverão ser enviados para o endereço de e-mail: metas.curriculares@mec.gov.pt. No início de agosto será divulgada a versão final destes documentos, com a integração dos contributos entretanto recebidos, depois de uma análise rigorosa por parte de cada um dos respetivos grupos de trabalho.






Informação MEC
(Atualizado 29/06/2012)

Projeto de Despacho sobre Calendário Escolar para 2012/2013

Proposta_Despacho_Calendário_Escolar_2012_2013_-_versão_25_junho

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Novo regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente (Concursos)

Publicado hoje no Diário da República o Decreto- Lei nº 132/2012, que estabelece o novo regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário e de formadores e técnicos especializados.

AECs - Atividades de Enriquecimento Curricular e de Apoio à Família


Por iniciativa da Direção Geral de Educação (DGE), o Instituto Português da Qualidade (IPQ) constituiu uma Comissão Técnica “Ad-hoc” (CTA 26), com o objetivo de elaborar uma Norma sobre as atividades de enriquecimento curricular no 1º ciclo do ensino básico, atividades de animação e de apoio à família na educação pré-escolar e componente de apoio à família no 1º ciclo do ensino básico, prestados por organizações públicas e privadas com ou sem fins lucrativos.

Pretende-se que os requisitos desta Norma sejam aplicáveis a todas as organizações independentemente do seu tipo ou dimensão e do seu estatuto de entidade promotora ou parceira.
O projeto de Norma “Atividades de Enriquecimento Curricular e de Apoio à Família” está em inquérito público até ao próximo dia 15 de julho. Este projeto pode ser consultado no link http://www.ipq.pt/backhtmlfiles/projetos_201206.htm e os comentários enviados para o endereço nor@mail.ipq.pt.

Estatísticas da Educação 2010/2011

Estatísticas da Educação 2010/2011 
(Versão corrigida de 27/06/2012)

"Estas são as estatísticas oficiais do sistema educativo português! Do pré-escolar ao final  do ensino secundário! Todas as ofertas educativas e formativas para jovens e adultos!  Ano letivo de 2010/11! Estes são os números que ficarão como registo histórico! "
"Resultado material do processo de validação e tratamento dos dados anteriormente referidos, as “Estatísticas da Educação 2010/2011” agora divulgadas (disponíveis no endereço www.gepe.min-edu.pt), estão organizadas em dois capítulos: 
O primeiro capítulo permite-nos obter uma visão global do sistema educativo, bem como dos principais  indicadores a ele associados; 
O segundo capítulo, reservado à difusão de dados estatísticos, encontra-se organizado por áreas temáticas ordenadas segundo os níveis e graus de ensino, conforme a estrutura do sistema educativo. Para ajudar o utilizador a fazer uma melhor leitura da informação quantitativa apresenta-se, no início da publicação, o organograma do sistema educativo, um glossário, a descrição das modalidades de educação e formação e as notações e nomenclaturas utilizadas."
...
Na sequência da revisão efetuada e de forma a facilitar a análise da informação, apresenta-se a evolução do pessoal docente em exercício por situação profissional.
Poderá aceder ao documento integral clicando no link seguinte: Estatísticas da Educação 2010/2011
Atualizado a 27/06/2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Leituras - "Agora, Uma história de Amores Próprios"


"Agora, Uma história de Amores Próprios" um livro onde percebemos que na verdade nada ou muito pouco se sabe sobre os outros, mesmo sendo nossos amigos.

Depois de algumas interrupções para outras leituras mais profissionais, acabei de ler o livro do Pedro Boucherie Mendes, "Agora - Uma História de Amores Próprios".
Gostei! Um livro de fácil leitura, muito atual, com personagens reais, sem metáforas, onde se percebe como são as relações pessoais e sociais na atualidade, onde todos são muito amigos mas quase se desconhecem e onde o "eu" vem sempre em primeiro lugar.

Concursos - Região Autónoma da Madeira

CONCURSO DE PESSOAL DOCENTE 2012-2013 






ETAPAS DO CONCURSO - CONTRATAÇÃO 2012-2013
Contratação/Contratação CíclicaData
Prazo de Inscrição 26 a 28 de Junho
Submissão e validação da candidatura 25 de Julho a 1 de Agosto
Prazo de reclamação (listas provisórias)13 a 20 de Agosto

Cada vez menos!



"Entre 2009 e 2012 o número de professores do quadro caiu de 119.776 para  cerca de 97000 docentes."
Em finais de 2011, segundo o Jornal de Notícias e com dados fornecidos pelo MEC, seriam 108 544 docentes nos quadros!? 

Opinião - João Ruivo


Nas escolas produz-se uma inequívoca relação entre a contribuição dos docentes para a eficácia dessas instituições, e o "clima organizacional", enquanto determinante do desenvolvimento e do eficiente desempenho profissional dos professores que nela trabalham.

O trabalho do professor desenvolve-se numa comunidade educativa que dá sentido e ajuda a organizar o seu mundo interior, que possibilita a transferência dos saberes para as práticas educativas, e o enquadra dentro de um grupo profissional, cuja pertença é também a referência para a sua profissionalidade e para o seu empenhamento na multiplicidade de tarefas inerentes ao complexo acto de educar.

Por isso mesmo, todos sabemos que uma boa parte da actividade docente se desenvolve dentro das paredes da escola, espaço em que se elaboram complexas redes de controlo, de estruturas hierárquicas de poder, que obrigam à reciprocidade de atitudes e de comportamentos, e que determinam, significativamente, as escolhas e as opções de cada docente quanto às suas formas de ser, sentir e de agir.

Por outro lado, nos últimos anos, a organização formal da escola tem sido constrangida pelas exigências do poder político e da sociedade civil, as quais visam que a autonomia se traduza quase sempre numa "realidade virtual", já que se considera como adquirido que o Estado e a sociedade têm o direito e o dever de saber o que se faz na escola, elaborando para esse fim um indeterminado número de normativas apropriadas ao exercício desse controlo.

Dentro da escola, o "crescimento" dos docentes desenvolve-se, então, entre duas exigências: 1 - as endógenas, que "empurram" o professor para o desenvolvimento pessoal e profissional, que o motivam para a busca de soluções inovadoras e que determinam um desempenho gratificante quando alcançado o sucesso educativo dos seus alunos; 2 - e as exógenas, que constrangem o docente ao cumprimento de rotinas, cada vez mais burocráticas, e que não motivam o desabrochar da renovação permanente e da inovação educativa.

Esta estrutura organizacional, que cada vez mais se generaliza nas nossas escolas, mercê de políticas educativas meramente pontuais e de motivação puramente economicista, faz com que cada professor se concentre apenas no trabalho na sala de aula, em interacção com os seus alunos, sem tempo nem motivação para promover qualquer tipo de intercâmbio experimental com os seus colegas, os quais, por sua vez, reproduzem os mesmos comportamentos na sala ao lado.

Nos tempos que correm, este é um grave obstáculo ao desenvolvimento profissional dos professores, sobretudo dos que se encontram em início de carreira, porque estes têm ainda da sua actividade profissional representações indefinidas, e até confusas, e para os quais a escola surge muitas vezes como um mundo caótico, no qual há que encontrar, necessariamente, um sentido e uma ordem.

O sentimento de partilha e de pertença a um grupo, o estabelecimento de mecanismos de colaboração ou, pelo contrário, a sua inibição, são factores decisivos para incrementar, ou não, o desenvolvimento pessoal e profissional dos docentes.

Logo, a actual conjuntura de política educativa está a mutilar, irreparavelmente, o complexo acto de se "ser professor", sobretudo quando não se proporcionam, ou se reduzem mesmo, as iniciativas que visam a autonomia, a participação nas decisões, a partilha das responsabilidades (designadamente quanto à possibilidade de assumirem diferentes cargos na estrutura organizacional) e, finalmente, a gestão participada dos curricula, dos métodos e dos recursos da escola.

A tola e acreterial constituição dos agrupamentos, e dos mais recentes megas agrupamentos, fazem a jeito a quem quer ver os professores docilizados, as escolas domesticadas e o exercício de uma gestão corrente, distante, despersonalizada, sem comunicação em rede e, sobretudo, não participada.

Recolocar a escola como comunidade educativa, simultaneamente global e local, como entidade vinculativa da proximidade de todos os agentes educativos, formais e informais, como agência motivadora dos educadores (pais e professores) para o papel da formação integral na construção do futuro dos seus educandos, esse é, talvez, um dos maiores desafios que, no próximo ano lectivo, as escolas, os pais e os professores tenham que vir a enfrentar.
João Ruivo (negrito nosso)

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Equiparação a Bolseiro 2012/2013


Despacho do Sr. DGAE de 21-06-2012

Concursos Região Autónoma da Madeira


Concurso para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação pré-escolar, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial da Região Autónoma da Madeira para o ano escolar 2012/2013.

Concurso de afetação aos quadros de zona pedagógica, nos termos do disposto no n.º 4 do artigo 6.º, alínea b) do n.º 4.º e n.º 5.º do artigo 38.º do Decreto Legislativo Regional n.º 14/2009/M, de 8 de junho, e contratação, nos termos da alínea d) do n.º 4 do artigo 6.º e do artigo 4 8 . º .

PRAZOS DE INSCRIÇÃO E DE CANDIDATURA
1. Os concursos abertos pelo presente aviso são aplicáveis a todos os níveis e graus de ensino.
2. A candidatura é precedida de uma inscrição obrigatória excetuando-se os candidatos que tenham lecionado ou que se encontrem a exercer funções docentes em estabelecimentos de educação/ensino/instituições de educação especial da rede pública da RAM, em ambas as situações no período compreendido entre 01/09/2012 até a data da abertura do concurso, que se inicia a partir de 26 de junho e termina a 28 de junho inclusive, mediante o preenchimento dos formulários a seguir enunciados no prazo em que se fixa em 3 dias úteis:
Formulário A) Candidatos ao concurso de contratação sem vínculo aos estabelecimentos de educação/ensino/instituições de educação especial da Região Autónoma da Madeira (rede pública e privada);
Formulário A1) Candidatos ao concurso de contratação - com vínculo aos estabelecimentos de educação/ensino/instituições de educação especial da Região Autónoma da Madeira (rede privada e escolas profissionais públicas e p r i v a d a s ) ;
Formulário B) Candidatos ao concurso de contratação cíclica - indivíduos que no ano letivo anterior àquele a que respeita o concurso tenham adquirido habilitação profissional após a publicação do aviso da abertura do concurso.
2.1. A candidatura efetua-se após a inscrição obrigatória, referida no número anterior, nos seguintes termos: 
2.1.1. Concurso de contratação/contratação cíclica, de 25 julho a 01 de agosto, i n c l u s i v e .
3.  O prazo de candidatura ao concurso de afetação aos quadros de zona pedagógica ao abrigo do artigo 41.º do Decreto Legislativo Regional n.º 14/2009/M, de 8 de junho, é de 5 dias úteis e efetuar-se-á no período de 02 a 06 de julho inclusive.

Toda a informação na página da DRAE

Orgânica da Caixa Geral de Aposentações

Publicado em Diário da República o Decreto-Lei do Ministério das Finanças que aprova a orgânica da Caixa Geral de Aposentações, I. P.

Publicadas as alterações ao Código do Trabalho

Publicada em Diário da República a Lei que procede à terceira alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro.


que muda no Código de Trabalho;
- Corte para metade do pagamento de horas extra.
- Possibilidade de negociar bancos de horas directamente com os trabalhadores.
- Alterações nos despedimentos e cortes nas compensações, que ainda devem descer mais em Novembro.
- Em 2013, desaparecem quatro feriados e os três dias extra de férias.

sábado, 23 de junho de 2012

Petição Manifesto Por uma Escola Pública de qualidade!

Esta é uma iniciativa aberta a alunos, professores, pais e a todos os cidadãos, com ou sem partido, que defendem e acreditam na Escola pública.
Manifesto Por uma Escola Pública de qualidade!

Esta é uma iniciativa aberta a alunos, professores, pais e a todos os cidadãos, com ou sem partido, que defendem e acreditam na Escola pública. Este manifesto pretende ser um apelo à mobilização dos cidadãos por uma escola que tenha como principais objectivos a qualidade das aprendizagens, a inclusão, o rigor, a disciplina, a cultura do respeito por si próprio, pelo outro, pelo ambiente, a responsabilidade, a reflexão mas também a criatividade e a curiosidade em termos de aprendizagem, uma escola em que o lema não seja “direito a uma educação” mas sim “direito a uma Educação para todos de qualidade”, tal como prevê a Constituição da República Portuguesa, de modo a garantir a formação integral do aluno visando a formação de cidadãos autónomos, com saberes indispensáveis para a sua inserção crítica na sociedade. 
A escola pública enfrenta um dos piores momentos da história da Democracia, com os seus valores a serem subvertidos pelo estigma da austeridade e pelas medidas economicistas, de horizontes tão curtos que corre o risco de se transformar num amplificador das assimetrias sociais. 
Denunciamos: 
- a criação de mega-agrupamentos - meras entidades administrativas com 3000 ou mais alunos e 600 professores – que, instituindo a direcção à distância, cria condições para mais indisciplina, para uma desvalorização das questões pedagógicas, dificultando a promoção das aprendizagens e, em resultado disso, para mais insucesso e abandono escolar; 

- constituição de turmas com 30 alunos - quanto maior for o número de alunos maior é a dispersão, mais se potencia a indisciplina, menor é a capacidade de um ensino mais personalizado, quando necessário, maior a dificuldade em fazer avaliações quer da oralidade nas disciplinas de línguas, quer nas práticas das disciplinas laboratoriais; 

- a atribuição de maior número de créditos horários a escolas com melhores resultados nos exames – as escolas que necessitam mais horas para apoiar os seus alunos, são as escolas com menos sucesso, normalmente escolas frequentadas por alunos de classe baixa ou média/baixa sem possibilidades económicas de procurar apoios fora da escola;

- O Despacho 13-A/2012 que altera os tempos escolares dedicados à educação física, à educação visual e tecnológica, ao desporto escolar, à formação cívica, reforçando a ideia de disciplinas “fortes” – Português e Matemática, disciplinas “fracas” –as restantes, com excepção das disciplinas de educação física e artes que passam a ser disciplinas “menores”. A agravar as questões pedagógicas, um só Despacho consegue uma redução média de cerca de 20% dos horários dos professores, ou seja, cerca de cerca de 25.000. 

- As exigências cada vez maiores que a Escola e a Sociedade fazem aos professores, contrastam com um estatuto da carreira docente cada vez mais frágil. 

A pretexto da "crise" estão a ser tomadas medidas que refletem uma ideologia conservadora e que traduzem num brutal retrocesso na Educação para Todos, que, para além de ser um compromisso com a UNESCO, é um dos Objectivos do Milénio da ONU. 
A escola em Portugal conseguiu avanços muito significativos nos últimos 38 anos, tal como o Governo e Presidente da República reconhecem ao dizer que esta geração é a mais bem preparada de sempre. Não vamos deixar que os mesmos que dizem isto destruam o sistema de ensino publico através da legislação relativa ao funcionamento do próximo ano letivo. Propomos, por isso, a revogação do Despacho Normativo n.º 13-A/2012 e do Despacho N.º 5634-F/2012, bem como uma revisão dos critérios subjacentes à contrução dos megaagrupamentos, a fim de restituir às escolas um clima de tranquilidade e aos professores um clima de dignidade pessoal. Propomos uma discussão fundamentada sobre a educação em Portugal para que o risco que a Escola Pública corre, não a transforme numa “Escola de Risco”!
Ana Benavente, Socióloga, Professora 
Maria do Rosário Gama, Professora Aposentada, Ex-Diretora da Escola Infanta D. Maria 
Os signatários

Para continuar a fazer mais com menos!!


"O actual ministro da Educação propõe antecipar os exames do 4º ano e prolongar em mais quatro semanas as aulas para os alunos com mais dificuldades. Já não bastavam os prolongamenos nos CEF´s, nos Cursos Profissionais e por aí fora e as resposições de aulas mais ou menos estapafúrdias para limparem as consciências dos maus burocratas do MEC e das sua ramificações. Mas será que Nuno Crato pôs alguma vez os pés numa escola (sem ser em registo VIP, claro) ou que pelo menos lê o que se vai estudando sobre a exaustão de alunos e professores?"
Correntes
Nuno Crato no parlamento ARtv Vídeo completo aqui